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Homens fiéis teriam QI mais alto e seriam evoluídos


Olha só pessoal… algo que parece óbvio, está sendo comprovado cientificamente. Os homens com um QI mais elevado, tendem a ser fiéis, justamente porque consideram que numa relação existe muito mais coisas além de sexo. Ou seja… o sexo passa a não ser o único fator determinante para o sucesso de uma relação. Agora os homens de QI mais baixo, obviamente tendem a pensar sempre com a cabeça de baixo

Um estudo publicado na revista “Social Psychology Quarterly”, parece ligar homens fiéis às suas parceiras a níveis mais altos de QI que os que traem suas mulheres e namoradas. O estudo foi conduzido pelo pscicólogo especializado em comportamento de gênero, casamento e poligamia Satoshi Kanazawa, da London School of Economics and Political Science.

Segundo a agência de notícias BBC, Kanazawa disse que “homens inteligentes estão mais propensos a valorizar a exclusividade sexual do que homens menos inteligentes”. O cientista chegou a essa conclusão depois de comparar o quoficiente de inteligência (QI) de milhares de adultos e adolescentes dos Estados Unidos a suas atitudes.

Depois de analisar os dados da National Longitudinal Study of Adolescent Health e da General Social Surveys, Kanazawa encontrou também ligações entre o QI e o posicionamento político e a religião. O ateísmo e o liberalismo político foram apontados na pesquisa como atitudes de homens mais inteligentes.

O pesquisador disse à BBC que a fidelidade é um sinal de evolução da espécie. O homem fiel seria diferente do padrão “relativamente polígamo” que o gênero teve ao longo da História. Não trair seria, segundo a teoria de Kanazawa, uma novidade evolucionária a que os mais inteligentes estariam aderindo. Entre as mulheres, no entanto, essa conexão entre QI mais elevado e exclusividade sexual não acontece, segundo o estudo.

Realidade não é tão simples, diz psiquiatra

Para o psiquiatra Luiz Sperry Cezar, pesquisador do Hospital das Clínicas de São Paulo, no entanto, os resultados devem ser vistos com cautela. “O estudo não trata de questões de fidelidade no sentido estrito e 81% dos entrevistados nunca haviam sido casados”, diz. “Dizer que o QI é um fator determinante em relação a fidelidade é um exagero.

Diversas outras questões referentes a personalidade são tão – ou mais – importantes que isso: impulsividade, tendência a busca pela novidade, capacidade de assumir riscos”, afirma. Segundo o psiquiatra, não é possível afirmar que “é inteligente ser fiel” a partir dos dados coletados por Kanazawa, pois o método utilizado não visaria abordar esse tema com clareza.

Na “Social Psychology Quarterly”, o artigo foi publicado com o título “Why liberals and atheists are more intelligent” (Por que liberais e ateus são mais inteligentes).

Moral da história. Analise bem seu pretendente e veja se ele pensa com a cabeça de cima… ou com a de baixo.

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